domingo, 6 de novembro de 2011

TRUPI DI TRAPU






Trupi di Trapu – histórico resumido

Grupo criado em 2008, na cidade de Porto Alegre-RS, completa uma década de trabalho com dedicação especial à formação de plateia e capacitação de educadores para trabalhar com teatro de bonecos em sala de aula.
Seu espetáculo de lançamento que atingiu rápida repercussão foi uma livre adaptação de “O negrinho do Pastoreio” que cumpriu temporada por três anos seguidos. Em 2008 o diretor da Cia já integrava o elenco do Infantil Pandorga, programa veiculado na TVE-RS e aí permaneceu até 2013 atuando, manipulando, confeccionando bonecos e adereços e auxiliando na produção. Em 2010 o grupo é convidado a participar da equipe do espetáculo “Jogos de inventar, cantar e dançar” do coletivo Bando de Brincantes sob a direção de Jessé Oliveira, a peça recebeu diversos prêmios e o grupo foi corresponsável por idealizar e construir as cenas com bonecos e objetos que permeavam o espetáculo musicado.
Em 2012 a primeira incursão internacional, Argentina e Peru em festivais de teatro de animação, atualmente o grupo já contabiliza mais de vinte Festivais Internacionais em países como Argentina, Uruguai, Colômbia e Peru.
Em 2010 o grupo cria a Mostra SustentAÇÃO de teatro de bonecos, com objetivo de gerar um espaço de visibilidade para a cena bonequeira jovem do Estado, interagindo com outros artistas de maior currículo. A Mostra cumpriu três edições no formato de espetáculo livre para teatro de animação (2010, 2011 e 2012), atualmente já conta com duas edições em formato de mostra de teatro em miniatura (2016 e 2017), mais em consonância com a proposta base original de sustentabilidade ambiental.
Em 2012 o grupo cria seu espetáculo com maior número de apresentações (já ultrapassa 300) e premiado em festivais pelo interior do Estado “As aventuras do Palhaço Sebastião”, uma livre adaptação  inspirada no mamulengo, boneco patrimônio brasileiro.
Em 2015 inicia-se a experimentação do grupo no teatro de caixa lambe-lambe, de onde origina-se a ideia da Mostra já citada e também a formação de um coletivo de “lambe- lambistas” chamado Caixa de Pandora, que celebra 1 ano de existência com 14 membros, ocupação de diversos espaços da capital e projetos de resgate do diálogo entre classe artística e o público como o encontro “Conversas EnCAIXAdas” que já cumpriu 4 edições abordando temas variados do meio como “contribuição espontânea e o artista de rua”, por exemplo.
O grupo é constantemente convidado a dar oficinas e workshops sobre o uso do teatro de bonecos em sala de aula e construção de bonecos com materiais alternativos, tendo realizado os mesmos em mais de 30 cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e países estrangeiros.
Integrou as equipes do projeto de oficinas  “Olha o Auê aí” (2012) e Mais cultura nas escolas (2013).


Ficha técnica:

Diretor: Anderson Gonçalves

Elenco geral: Anderson Gonçalves, Lorena Sanchez, Renato Muller, Caroline Falero, Alexandre Malta, José Renato Lopes, Alexander Kleine e André Baguetti.

Equipe técnica: José Renato Lopes, José Derly e Miguel Tamarajó

Produção: Lalola produtora
Auxiliar de produção: Sílvio Wolff